Campos eletromagnéticos (EMF) – Doença da era digital

Cada vez mais as pessoas estão começando a se preocupar, com os perigos dos campos eletromagnéticos, que até já estão criando um novo nome para essa condição: Síndrome da Radiação Eletromagnética.

Isso explica algo que tem ocorrido com muita frequência e era mal entendido, com sintomas como dores de cabeça, tonturas, palpitações cardíacas, fadiga crônica, além de sintomas cognitivos e distúrbios do sono. Tudo isso pode levar a doenças crônicas, reprodutivas, cardíacas e até o câncer.

Como essa síndrome começa:

Em muitos casos, as pessoas tem reportado se tornarem abruptamente sensíveis aos campos eletromagnéticos.

Isso tem sido muito comum em pessoas após uma doença ou excessiva exposição a essas radiações.

Conforme a pessoa vai tendo acumulo de exposição no transcorrer do tempo, os sintomas se desenvolvem.

Veja o que diz David O. Carpenter, diretor do Institute for Health and the Environment:

“Houve vários relatos publicados de militares envolvidos em trabalhos com radar que foram expostos ao feixe do radar e sofreram exposição excessiva. E há cerca de 10 ou 12 relatos de indivíduos perfeitamente saudáveis ​​antes dessa exposição repentina.

Após essa exposição, [eles] passaram a sofrer de dores de cabeça constantes e de fotofobia. Não suportavam a presença de luz. Sentiam que seus cérebros não estavam funcionando direito. É a eletro-hipersensibilidade clássica”.

Mecanismos de agressão

O phD em bioquimica física e genética, Martin Pall, um dos maiores experts sobre o assunto, mostra como os EMFs podem agredir pessoas, animais e plantas.

Publicou diversas pesquisas, tornando-o credenciado para falar do assunto.

Veja as consequências no organismo

1. Causa disfunção mitocondrial, ativadando um influxo anormal de cálcio para dentro da célula.

Esse processo ativa o óxido nitrico, que rage com superoxido e formam peroxinitritos, que aumentam a inflamação e disfunção mitocondrial, causando as doenças crônicas da modernidade.

2. Abre a barreira hematoencefálica, permitindo a entrada de toxinas no cerebro

3. Fragmenta o DNA

4. Aumenta o risco de crescimento celular anormal e câncer

5. Causam efeitos neurológicos, alterando neurônios, disfunção de sinapses e morte celular

6. Contribui para problemas reprodutivos em ambos os sexos

7. Altera o microbioma intestinal

Como reduzir a exposição aos campos eletromagnéticos

– Usar internet com fio

– desligar o wifi e equipamentos sem fio à noite

– Minimizar o uso de celular

– Usar relógios de cabeceira à base de baterias, em vez de ligado a tomada, e que seja com o mínimo de luz possível

– Evite forno de microondas, e prefira o forno convencional

– Evite luz de led, e substitua por lampada encandescente

– Evite usar o seu celular em contato com o seu corpo, a menos que seja no modo avião

– Quando usar o celular, prefira utilizar o viva voz, sem manter o celular colado em você 

Referências bibliográficas:

– Children’s Health Defense, January 28, 2025

– Electromagnetic Radiation Syndrome website

– Rev Environ Health. 2015;30(2):99-116

– International Journal of Innovative Research in Engineering & Management (IJIREM) ISSN: 2350-0557, Volume-2, Issue -5, September 2015

– J Cell Mol Med. 2013 Aug;17(8):958-65. 

– Current Chemical Biology, Volume 10, Issue 1, 2016, Pages 74–82

– Am J Physiol. 1996 Nov;271(5 Pt 1):C1424-37

– Pathophysiology, Volume 22, Issue 1, March 2015, Pages 1-13

– National Toxicology Program, Cell Phone Radio Frequency Radiation

– Scientific Reports, 2017, volume 7, Article number: 17541

– Environ Int. 2014 Sep:70:106-12. 

– Cent European J Urol. 2014 Apr 17;67(1):65–71

– Global Healing, November 13, 2014

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